- charlotte sometimes
- se perdeu por aí com seringas na mão.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Mil rostos nós escolheremos para ignorar.
O fim de tudo. E o que sempre sobra, é o ódio, a magoa e o rancor. Seu ódio chega no limite, você nunca odiou alguém assim. Mas o tempo vai passando, aquilo vai sumindo, e assim como o amor que você já sentiu por essa pessoa, ele vai embora também. Sua vida continua, e a da pessoa também. Vocês mudam de rumo completamente. Os lugares, os ciclos de amizades são outros, e isso reforça a idéia de ''eu não quero me lembrar de você. Os tempo passa, e finalmente vocês se esquecem completamente. Você esquece essa pessoa que foi importante para você, que te ouviu quando você precisou, que era seu único ombro amigo quando todos te deram as costas, uma pessoa que te fazia dar risadas das coisas mais bobas, que passava o tempo escutando suas besteiras, que te abraçava e que te conhecia plenamente, até mesmo mais que seus próprios pais. Sei lá, eu já tive quatro grandes amizades que acabaram assim e desde quando isso aconteceu, só voltei a pensar nessas pessoas hoje. Não pensei com raiva e nem com amor, apenas pensei. Essas coisas me lembram a briga entre Tom e Mark, e ''No It Isn't'' traduz perfeitamente o fim de uma amizade, e os estágios que ela percorre: um ''eu te amo'' se transforma em um ''não te suporto mais'', que depois de algum tempo, se transforma em um: ''nem me lembrava que você existia mais.''